18622245_10213053174794702_1778797986566042252_n
ucsal-1
fapesb 2
Érica
18699876_10212877098265324_4008460026513944448_n
18582371_10212877098945341_6755305683298131299_n
18582069_10212877100665384_1636366727088064202_n
18582174_10212877099465354_4095192778192401311_n

Lançamento + Conferência: Educação, Justiça e Direitos Humanos

Em uma noite de segunda-feira concorrida na UCSal (Campus de Pituaçu, Auditório Inferior), ocorreu o lançamento - pelo Prefixo Editorial Ceala - em formato de livro, da Dissertação de Mestrado da Profa. Érica Rios de Carvalho, no seio da Conferência: Educação, Justiça e Direitos Humanos, promovida pelo Ministério Público | Faculdade de Direito da UCSal | NEDH/UCSal/CNPq, dia 22/05 às 19:00h.

Conheça a Filosofia Editorial do Ceala, de inspiração Graciliana, e examine suas opções, em termos de custo-benefício, clicando aqui: https://www.ceala.org/publique-pelo-ceala

Conforme, Carlos Silva, docente-investigador do PPGPSC/UCSal,

 

[...] a autora se propõe a analisar o enredar da judicialização das políticas públicas voltadas à área da saúde com a racionalidade (aparente) da integralidade e isonomia entre os cidadãos. Fruto ainda de uma parceria com Michel Perreault (In memoriam) e sua integração ao Núcleo de Estudos sobre Governação e Instituições (NEGI/UCSAL/CNPq), transcreve uma ação experimental valorosa, ampliando a interdisciplinaridade na composição teórica e associando ao investigar jurídico, o seu aporte científico de origem, a necessária base epistemológica da História, da Sociologia e da Economia Política.

 

Para Carlos Alberto Vilar Estêvão, professor catedrático convidado da Faculdade de Filosofia e Ciência Sociais da Universidade Católica Portuguesa,

 

[...] a autora mobiliza pertinentemente dados estatísticos e comparações com outros países, referindo, depois, as determinantes sociais da saúde (e da cidadania), dando particular relevo à oscilação e às visões paradoxais da noção de saúde e de doença, à patologização crescente da vida, assim como ao poder da medicina na normalização e legitimação da doença. E aqui realça, de modo muito perspicaz, o facto de os próprios agentes oficiais da medicina serem os detentores oficiais da definição da verdade médica e do que é a doença, detendo o enigmático “poder de mascararem decisões morais como se tivessem base científica”.