Graciliano Ramos

AUTOR: William Medeiros

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 FILOSOFIA EDITORIAL:

1. QUALIDADE, ASSESSORIA E EMPODERAMENTO

Por ser entidade sem fins lucrativos, no CEALA o livro é publicado conforme princípios estritamente bibliotécnicos, acadêmicos e de economicidade.

O autor tem direito a toda sua obra, a preço de custo. Vende se quiser, quanto quiser, a quem quer, como quer, ao preço que desejar, sem deixar de recuperar o investimento, caso deseje, nem de atingir seu público-alvo.

Prestamos assessoria gratuita para análise da quantidade mínima a ser vendida, a que preço, para que todos os custos sejam cobertos ou para gerar um excedente em percentual pré-determinado pelo dono da obra, lucro exclusivamente seu.

2. PÚBICO-ALVO

  • Acadêmicos e criadores que desejam publicar livros com edição plena, ISBN, DOI e Código de Barras.

Este público-alvo visa, em média, um combo que inclui pequena tiragem impressa (entre 50 e 150 exemplares) e reservam, para ampla difusão, a preços atrativos, o eBook, distribuído internacionalmente  pelas maiores livrarias do país e mundo, como Amazon, Apple, Google, Kobo, Livraria Cultura e Saraiva. 

Nossa proposta é a de toda linha editorial alternativa: furar bloqueios com eficácia. O que não fazemos é expropriar e manipular as obras dos autores, que são os únicos DONOS DA LITERATURA.

1. OS DONOS DA LITERATURA E A MISSÃO DO CEALA

Graciliano Ramos, à crônica "Os Donos da Literatura" escrita já em setembro de 1937, registrou que

[...] um dia destes, à porta de certa livraria, um poeta queixava-se amargamente dos donos da literatura. - Que donos, perguntou alguém. E surgiram na conversa alguns nomes, que não se reproduzem aqui porque isto seria indiscrição. 

O literato não estava nem de longe vaticinando o que ocorreu faz pouco, quando "o mercado editorial brasileiro foi surpreendido [...] pela união da Companhia das Letras com a Objetiva, consequência direta da aquisição de todos os selos literários da espanhola Santillana pela Penguin Random House (PRH), o maior grupo editorial do planeta", como registrou Carlo Carrenho no O Estado de S. Paulo. Mas parece que estava: 

Há realmente uns figurões que se tornaram, com habilidade, proprietários da literatura nacional, como poderiam ser proprietários de estabelecimentos comerciais, arranha-céus, usinas, charqueadas ou seringais. São muito importantes e formam um pequeno sindicato [...]. 

Ramos não mirava o grau de cobiça dos mercados globais, no empuxe de uma violenta concentração da indústria editorial em escala mundial, tendo sido apurado em 2015, pela pesquisa anual Global Ranking of the Publishing Industry (para acessá-la, clique aqui), que as dez maiores editoras do mundo faturam mais que todas as outras juntas, acumulando receitas de € 31,8 bilhões (aproximadamente 140,8 bilhões de reais), correspondentes a 54% do faturamento com livros na Terra. 

 

Mas Graciliano incluía aí também os autores que pactuavam, com editoras, avassalar mercados.

Saudações editoriais,

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